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POLÍTICA

Com fardados na mira da CPI, Planalto luta para evitar nova crise com militares

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer paz com os militares. Com a confirmação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de janeiro, o Planalto está intensificando uma operação de blindagem das Forças Armadas enquanto instituição, visto que militares suspeitos de ações e omissões que contribuíram para as invasões daquele domingo deverão ficar na mira dos membros da comissão. O medo é de que os fardados em geral encarem a CPI mista como um ameaça a eles.

Está viva na memória dos aliados de Lula a crise que nasceu entre a CPI da Covid e os comandos militares em junho de 2021, quando o presidente daquela comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse que “os bons das Forças Armadas devem estar muito envergonhados com algumas pessoas que hoje estão na mídia, porque fazia muito tempo que o Brasil não via membros do lado podre envolvidos com falcatrua”.

Como resposta, os comandantes das três Forças divulgaram nota afirmando que não aceitariam “qualquer ataque leviano às instituições” e deixaram a CPI na defensiva, livrando de convocação para depor um óbvio envolvido na gestão da pandemia pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), o então ministro da Defesa Walter Braga Netto.

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