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POLÍTICA

The Economist destaca julgamento de Bolsonaro como lição de democracia para os EUA

Publicado em

Londres, Reino Unido – A prestigiada revista britânica The Economist lançou sua mais recente edição nesta quinta-feira (28), com uma capa impactante que destaca o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, que se inicia na próxima semana. A publicação argumenta que o caso representa uma importante “lição de democracia” para os Estados Unidos.

A capa da revista apresenta Bolsonaro com o rosto pintado nas cores verde e amarelo e um chapéu viking de pele, em uma alusão a um dos invasores do Capitólio americano em janeiro de 2021. A imagem faz um paralelo entre as tentativas de reverter resultados eleitorais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Sob o título “O que o Brasil pode ensinar à América”, a reportagem detalha o julgamento e afirma que o Brasil está “dando um exemplo de maturidade democrática aos Estados Unidos”, que, segundo a revista, estão se tornando “mais corruptos, protecionistas e autoritários”.

Relembrando o caso:

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A ação penal 2668 investiga o núcleo central da trama golpista denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A denúncia, baseada em investigações da Polícia Federal (PF), aponta Bolsonaro como o líder de um plano para se manter no poder após a derrota nas eleições de 2022.

Acusações:

Segundo a PGR, o plano golpista teve início em meados de 2021, com Bolsonaro orientando o alto escalão do governo a atacar o sistema eletrônico de votação, com o objetivo de desacreditar o processo eleitoral e criar um clima favorável a uma ruptura democrática. A tentativa de golpe culminou com os atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores de Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

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A PGR também enfatizou que os planos golpistas previam o sequestro e assassinato de autoridades, incluindo o ministro do STF Alexandre de Moraes, o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin.

Os advogados dos acusados pediram a absolvição de todas as acusações.

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