No Acre, a entrega de títulos de propriedade definitivos vai muito além de um documento: com base na média de três pessoas por família na região norte (dados do IBGE), o governo estadual chegou a beneficiar indiretamente quase 40 mil pessoas, garantindo-lhes segurança jurídica, dignidade e acesso a políticas públicas essenciais.
A regularização fundiária assegura direitos como crédito, investimentos, herança e valorização de imóveis, transformando a vida de quem aguardava anos o reconhecimento de sua moradia ou área produtiva. O processo segue a Lei da Regularização Fundiária (nº 13.465/2017), que prevê preferência pela mulher no registro — especialmente quando ela é chefe de família, reconhecendo seu papel central no lar.
Para colocar essa política em prática, o governo de Gladson Camelí (PP) e Mailza (PP) montou um time majoritariamente feminino. À frente do Iteracre está Gabriela Câmara, e mulheres ocupam posições-chave em cadastro, patrimônio, gabinete e regularização urbana e rural — formando uma equipe técnica que entende a realidade das famílias acreanas.
Censo IBGE 2022 mostra que o cenário nacional reforça essa medida: o Brasil tem 7,8 milhões de mulheres chefas de família com filhos e sem cônjuge, uma proporção que cresceu de 11,6% em 2000 para 13,5% em 2022. Assim, a regularização no Acre não é só administrativa — é uma ação concreta de promover autonomia e estabilidade, valorizando o papel da mulher na construção de um estado mais justo e regularizado.










