A escolha de acessórios entre homens de alto poder aquisitivo está intimamente ligada à percepção de autoridade, aos códigos sociais que regem a elite e à construção de uma imagem estratégica. A decisão de não utilizar mochilas, por exemplo, reflete uma série de nuances que transcendem o simples aspecto estético. No universo masculino mais abastado, os itens que compõem o vestuário e os acessórios são cuidadosamente selecionados para transmitir status e sofisticação. As mochilas, frequentemente vistas como práticas e informais, não se encaixam nesse padrão. Em ambientes onde a imagem é fundamental, a escolha de um acessório pode influenciar a maneira como uma pessoa é percebida pelos outros. A utilização de pastas ou bolsas de mão é mais comum entre esses homens, pois esses itens são associados a um nível mais elevado de formalidade e prestígio. Além disso, essas alternativas são vistas como mais adequadas para reuniões de negócios e eventos sociais, onde a primeira impressão conta muito. Os códigos sociais dentro desse contexto também desempenham um papel crucial. A forma como os homens ricos se vestem e se apresentam é parte de uma linguagem não verbal que comunica suas intenções e seu lugar na hierarquia social. Portanto, optar por não usar mochilas é uma estratégia deliberada que visa alinhar-se a essas normas. Em resumo, a escolha de não utilizar mochilas por homens ricos vai além de uma simples preferência estilística; é uma questão de estratégia social e construção da imagem pessoal dentro de um grupo em que as aparências têm um peso significativo.
Com informações de Portal6









