Após caso de raiva bovina em Tarauacá, IDAF orienta produtores sobre prevenção e sintomas

2 Min Read
Após caso de raiva bovina em Tarauacá, IDAF orienta produtores sobre prevenção e sintomas

Depois da confirmação de um registro da doença na zona rural do município, as médicas veterinárias do IDAF Soraya Aguiar e Victória Feitosa participaram de programa local para alertar sobre riscos, formas de contágio e medidas de proteção.

O que é e como se transmite

A raiva é provocada por vírus que atinge todos os mamíferos — animais e pessoas — e ataca o sistema nervoso, com quase sempre resultado fatal após aparecimento dos sintomas. Nos rebanhos, a contaminação ocorre principalmente pela mordida do morcego hematófago, mas também por contato com saliva de animais infectados.

Isolamento do animal, dificuldade de locomoção, tremores, salivação excessiva, dificuldade para engolir e alterações de comportamento são os principais indícios. Diante de qualquer suspeita, o produtor deve acionar o IDAF imediatamente para investigação e coleta de exames.

Prevenção e orientações

-Vacinação anual é a medida mais eficaz: primeira dose aos três meses de idade e reforço todos os anos; o custo é baixo comparado ao prejuízo com perdas.
-Notificar não pune: ao contrário, permite ações rápidas de contenção e vacinação de áreas vizinhas.
-Cuidado com pessoas: quem for mordido ou arranhado por morcegos ou outros mamíferos deve procurar atendimento de saúde com urgência. Nunca manipule animais doentes sem luvas ou equipamentos de proteção.

Em Tarauacá, a unidade do IDAF funciona provisoriamente no prédio da Cageacre, bairro Copacabana, durante reforma da sede.

Propaganda
Compartilhe este artigo