Dados da PNAD Contínua, divulgados pelo IBGE e organizados pelo Centro de Liderança Pública (CLP), mostram que a renda domiciliar per capita do Acre chegou a R$ 1.392 em 2025 — um crescimento de 14,7% em comparação com 2012, quando o valor era de R$ 1.214. Apesar da evolução acumulada em 13 anos, o estado ainda enfrenta desigualdades em relação ao restante do país.
No cenário nacional
O Acre fica entre os três menores rendimentos do Brasil, superando apenas o Ceará (R$ 1.390) e o Maranhão (R$ 1.219). A média nacional é de R$ 2.316 — quase R$ 924 a mais por pessoa. O Distrito Federal lidera com R$ 4.538, mais de três vezes o valor acreano; seguido por São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro.
Na Região Norte
O estado também registra uma das menores médias da região: apenas o Pará (R$ 1.420) e o Amazonas (R$ 1.484) aproximam‑se, enquanto Tocantins, Rondônia, Roraima e Amapá apresentam valores mais elevados. Os números são usados anualmente para o cálculo do Fundo de Participação dos Estados (FPE).












