Davi Brito e Mani Reggo não chegam a acordo sobre fortuna do BBB e disputa avança no TJ-BA

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Davi Brito e Mani Reggo não chegam a acordo sobre fortuna do BBB e disputa avança no TJ-BA
Davi Brito e Mani Reggo não chegam a acordo em audiência; disputa segue no TJ-BA Crédito: Reprodução

A disputa judicial entre Davi Brito e Mani Reggo teve mais um capítulo nesta quarta-feira (26). Os dois participaram de uma audiência de conciliação no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), mas não chegaram a um acordo.

Fontes ouvidas pela reportagem confirmaram que a sessão foi realizada e que, diante da falta de consenso, a apelação apresentada por Davi seguirá agora para análise da turma julgadora do TJ-BA.

O processo envolve a disputa pelo patrimônio construído durante o relacionamento entre Davi e Mani. A ação tramita sob segredo de Justiça, por isso detalhes da audiência e dos argumentos apresentados pelas partes não foram divulgados.

Em primeira instância, Mani Reggo teve uma decisão favorável em abril de 2025. Davi recorreu e busca modificar o entendimento. Agora, caberá ao colegiado responsável pelo caso analisar o recurso e decidir se mantém, altera parcialmente ou reforma a sentença.

A audiência desta quarta-feira, portanto, não encerrou a disputa. Sem acordo entre as partes, o processo continua tramitando no TJ-BA e aguarda o julgamento da apelação.

O que está em jogo

A disputa começou após o fim do relacionamento entre Davi Brito e Mani Reggo, que ficaram juntos por cerca de um ano e meio. Mani entrou na Justiça para ter reconhecida a união estável entre os dois, e a decisão de primeira instância, em abril de 2025, foi favorável à empresária. Com o reconhecimento, entrou em discussão a partilha de bens e dos prêmios conquistados por Davi durante o BBB 24.

Entre os valores envolvidos estão o prêmio de R$ 2,92 milhões recebido pelo ex-BBB e dois carros conquistados no reality, avaliados em cerca de R$ 700 mil. A decisão também considera os efeitos patrimoniais decorrentes da união estável, seguindo, em regra, o regime de comunhão parcial de bens.

Davi recorreu da decisão, e é justamente essa apelação que agora seguirá para análise da turma julgadora do TJ-BA, após a audiência de conciliação desta quarta-feira terminar sem acordo.

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