2º bloco: saídas temporárias, saúde, pandemia e economia agitam debate

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2º bloco: saídas temporárias, saúde, pandemia e economia agitam debate

O segundo bloco do debate da Band foi intenso e cobriu diversos temas. Confira os principais pontos:

Flávio Bolsonaro voltou a defender seu compromisso de levar o padrão Albert Einstein ao SUS, com a indicação de Claudio Lottenberg como futuro ministro da Saúde. Apresentou propostas de prontuário eletrônico único, telemedicina e uso de inteligência artificial.

Lula questionou: “Será que ele quer privatizar o SUS? Foi isso que entendi.” A discussão chegou a ser interrompida pelos mediadores após Lula reclamar que estava sendo alvo de zombaria.

Sobre as saídas temporárias, Lula defendeu o benefício como instrumento de ressocialização, ressaltando que crimes hediondos e estupro não dão direito ao benefício. Provocou dizendo que se houver medida para beneficiar Jair Bolsonaro, ela deve valer também para outros presos, citando Daniel Vorcaro.

Flávio confirmou ter votado pelo fim da escala 6×1: “Sei ouvir os trabalhadores.” Mas acrescentou que a folga precisa vir acompanhada de segurança e poder de compra. Lula rebateu dizendo que o adversário conhece a realidade dos trabalhadores apenas “por literatura”.

Lula criticou a gestão da Covid-19 no governo anterior: “Um ministro da Saúde mais mequetrefe que o outro.” Exaltou o programa Mais Médicos e acusou a gestão Bolsonaro de deteriorar os seis hospitais federais do Rio. Flávio reconheceu que a saúde não foi o ponto forte, mas classificou as críticas de Lula como irresponsáveis e mentirosas.

Flávio prometeu manter o Bolsa Família e criar o Ministério da Prosperidade. Apresentou uma proposta de renegociação de dívidas: compra dos débitos junto aos bancos, congelamento por seis meses para pessoas físicas e carência de um ano para jurídicas, acompanhado de queda dos juros.

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