‘Comida de gato’, batata crua e doce que virou papa: o que jornal disse sobre restaurante de Fogaça

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'Comida de gato', batata crua e doce que virou papa: o que jornal disse sobre restaurante de Fogaça
Henrique Fogaça Crédito: Reprodução

A avaliação publicada pela jornalista Priscila Pastre na Folha de S.Paulo detalhou prato por prato a experiência no Sal Gastronomia, restaurante de Henrique Fogaça nos Jardins, em São Paulo. Com duas estrelas no guia do jornal, nota que equivale a regular, o texto apontou que a comida servida não acompanha o sucesso que o jurado tem no MasterChef Brasil.

A avaliação publicada pela jornalista Priscila Pastre na Folha de S.Paulo detalhou prato por prato a experiência no Sal Gastronomia, restaurante de Henrique Fogaça nos Jardins, em São Paulo. Com duas estrelas no guia do jornal, nota que equivale a regular, o texto apontou que a comida servida não acompanha o sucesso que o jurado tem no MasterChef Brasil.

Os outros pratos pedidos na visita também receberam ressalvas. O ceviche de caju, que sai por R$ 46, foi descrito como doce demais a ponto de amarrar a boca, com a cebola roxa, o coentro e a pimenta sumindo no excesso de suco da fruta.

Nos pratos principais, o cordeiro até estava macio, mas o nhoque na manteiga que vinha junto chegou à mesa molenga e cozido demais. Já no risoto de shimeji, vendido a R$ 102, o problema foi o contrário: o arroz veio duro além da conta e os cogumelos tinham consistência de borracha, com pedaços grossos de castanha-do-pará que deixaram um gosto pesado.

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