A avaliação publicada pela jornalista Priscila Pastre na Folha de S.Paulo detalhou prato por prato a experiência no Sal Gastronomia, restaurante de Henrique Fogaça nos Jardins, em São Paulo. Com duas estrelas no guia do jornal, nota que equivale a regular, o texto apontou que a comida servida não acompanha o sucesso que o jurado tem no MasterChef Brasil.
A avaliação publicada pela jornalista Priscila Pastre na Folha de S.Paulo detalhou prato por prato a experiência no Sal Gastronomia, restaurante de Henrique Fogaça nos Jardins, em São Paulo. Com duas estrelas no guia do jornal, nota que equivale a regular, o texto apontou que a comida servida não acompanha o sucesso que o jurado tem no MasterChef Brasil.
Os outros pratos pedidos na visita também receberam ressalvas. O ceviche de caju, que sai por R$ 46, foi descrito como doce demais a ponto de amarrar a boca, com a cebola roxa, o coentro e a pimenta sumindo no excesso de suco da fruta.
Nos pratos principais, o cordeiro até estava macio, mas o nhoque na manteiga que vinha junto chegou à mesa molenga e cozido demais. Já no risoto de shimeji, vendido a R$ 102, o problema foi o contrário: o arroz veio duro além da conta e os cogumelos tinham consistência de borracha, com pedaços grossos de castanha-do-pará que deixaram um gosto pesado.
Na hora do doce, a torta de maçã-verde (R$ 53) esfarelou inteira e virou uma papa sem crocância no prato por causa da massa frágil e da maçã cozida além do ponto. Para completar, o café pedido para fechar a conta nunca foi entregue pelo garçom.
O único item que agradou a jornalista foi a panacota de cumaru com calda de frutas vermelhas (R$ 46), elogiada pelo frescor. No fim da resenha, a crítica lembrou a exigência que Fogaça faz com os participantes na televisão e cobrou o mesmo capricho com os clientes que juntam dinheiro para conhecer o restaurante.











