A direção do Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul se pronunciou sobre a polêmica envolvendo a cobrança pela permanência de aeronaves no pátio do terminal. Em nota, a administração, vinculada à Vinci Airports, esclareceu que a atualização na delimitação das áreas de estadia segue a Resolução nº 432/2017 da Anac e que não se aplica à aviação comercial.
Segundo o terminal, os valores variam conforme o tipo de posição ocupada pela aeronave e seguem a regulamentação vigente. A nota reforça que a isenção das três primeiras horas após o pouso continua valendo e que há áreas de estadia disponíveis mediante reserva prévia, conforme procedimento já informado às empresas aéreas.
A reclamação foi feita em vídeo publicado na quinta-feira (15) pelo perfil Aviação Acreana. Segundo a publicação, o valor cobrado teria saltado de aproximadamente R$ 2 para R$ 42 por hora após a reclassificação de uma área de estadia como área de manobra. Na prática, o custo de pernoite poderia chegar a quase R$ 1 mil por aeronave, contra cerca de R$ 50 cobrados anteriormente. A nota oficial, porém, não detalhou os novos valores por categoria de posição.
Nota na íntegra:
“O Aeroporto de Cruzeiro do Sul informa que atualizou a delimitação das áreas de permanência de aeronaves, considerando necessidades operacionais. A medida está em conformidade com a Resolução nº 432/2017 da ANAC e não se aplica a aviação comercial.
O aeroporto mantém posições em área de estadia, cuja utilização requer reserva prévia, conforme procedimento previamente divulgado aos operadores aéreos.
As tarifas aplicáveis variam conforme a classificação da posição ocupada e seguem as regras regulatórias. A isenção da tarifa de permanência nas três primeiras horas após o pouso permanece válida.”












