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RIO BRANCO

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Estudo do PAC: 17 municípios do Acre estão em alerta para riscos de desastres naturais

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Após a conclusão de um estudo encomendado pelo Palácio do Planalto em abril deste ano, focado nos detalhes do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foi identificado que 17 municípios do Acre se destacam como suscetíveis a desastres naturais e são considerados prioritários para ações governamentais no manejo de riscos e desastres naturais.

Entre os municípios citados neste estudo encontram-se Assis Brasil, Brasiléia, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Porto Acre, Rio Branco, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri. Eles estão entre os 1.942 municípios com maior suscetibilidade a deslizamentos, enxurradas e inundações, recebendo assim atenção especial por parte do governo federal.

Com cerca de 74.347 acreanos em situação de alto risco, o Acre destaca-se como um dos estados com uma parcela significativa da população em áreas vulneráveis. O estudo evidencia que as populações mais pobres são as mais afetadas por desastres ambientais no Brasil, devido à urbanização desordenada e a falta de recursos para se adaptarem ou se recuperarem dos impactos. Essas comunidades de baixa renda frequentemente ocupam locais inadequados, tornando-as mais vulneráveis a eventos extremos.

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O estudo também revelou que entre 1991 e 2022, o Brasil registrou 23.611 eventos de desastres naturais, resultando em 3.890 óbitos e 8,2 milhões de desalojados ou desabrigados devido a inundações, enxurradas e deslizamentos de terra.

Coordenado pela Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, o estudo é parte dos preparativos para o Novo PAC, que tem como objetivo investir em infraestrutura em todo o país, visando a proteção e o bem-estar das populações em áreas de risco.

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