Cruzeiro do Sul – 13 de fevereiro de 2026 – Um morador da cidade precisou recorrer ao Corpo de Bombeiros na quinta-feira (12) para solucionar uma situação comum, mas potencialmente problemática: um anel que ficou preso no dedo e precisou ser cortado para evitar danos à saúde.
O procedimento foi realizado com equipamento especializado pela equipe de bombeiros, que garantiu a segurança do paciente durante toda a intervenção. De acordo com a corporação, o acessório estava bastante apertado e já havia começado a causar inchaço no dedo – o que aumentava o risco de lesões, alterações na circulação sanguínea e até mesmo danos teciduais se não fosse retirado prontamente.
Casos são mais frequentes do que se imagina
Os bombeiros destacam que intervenções como essa ocorrem com maior regularidade do que a população costuma pensar. Diversos fatores podem levar ao aprisionamento do anel, como mudanças de peso, retenção de líquidos, traumatismos leves no dedo ou simplesmente o uso de um modelo com tamanho inadequado.
“Muita gente acha que é só forçar para tirar, mas isso só piora a situação – aumenta o inchaço e pode causar ferimentos que complicam ainda mais o procedimento”, explica um porta-voz da corporação.
Orientações para evitar problemas
Para prevenir casos similares, a recomendação dos especialistas é verificar periodicamente se os anéis se movimentam com facilidade no dedo. Quando perceber que o acessório está apertado, a pessoa deve evitar insistir na retirada e buscar ajustar o tamanho junto a um joalheiro ou optar por substituir o modelo.
Em situações em que já houver inchaço intenso, dor persistente ou alteração na coloração do dedo (seja mais clara ou mais escura), a orientação é procurar ajuda profissional imediatamente – seja junto aos bombeiros, em unidades de saúde ou com profissionais especializados em joalheria com experiência em retirada de anéis presos.









