A defesa do policial militar Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, preso preventivamente sob acusação de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco, em março de 2018, pediu, nesta quarta-feira (11/2), para o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder a prisão domiciliar humanitária para Calixto.
O pedido se dá às vésperas do julgamento do caso Marielle no Supremo Tribunal Federal (STF). A Primeira Turma vai analisar a ação penal 2434 de forma presencial na próxima terça-feira (24/2) e quarta-feira (25/2).
“Peixe” está preso desde maio de 2024 por ordem do STF. Ele é acusado de integrar a organização criminosa responsável pelo crime, atuando como intermediário entre os mandantes e os executores, além de gerir negócios imobiliários irregulares ligados ao grupo dos irmãos Brazão.
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A relação de Robson com Domingos Brazão, acusado de ser o mandante do homicídio de Marielle e Anderson, é antiga. Antes de ocupar um cargo comissionado de R$ 26 mil no gabinete do então conselheiro do Tribunal de Contas, os dois trabalharam juntos quando o réu era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
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