Temyllis Silva é a nova comandante da Secretaria de Agricultura do Acre (Seagri), após a saída de Tchê, que deixa o cargo para reassumir seu mandato como deputado estadual. A partir de agora, é ela quem comandará as ações da pasta.
A escolha, no entanto, não passou ilesa. Surgiram críticas pelo fato de Temyllis ter histórico ligado ao PT, reacendendo aquela velha narrativa de que “o governo mudou, mas os petistas continuam ocupando cargos estratégicos”. E não é só na Agricultura: essa leitura se repete em diversas áreas da administração estadual.
Dedo da Mailza?
Sem sombra de dúvidas, a vice-governadora Mailza deve ter opinado diretamente na escolha de Temyllis. Prestes a assumir o governo e com a reeleição no radar, cada peça precisa estar bem posicionada no tabuleiro.
Nada é aleatório. Em política, ainda mais em ano pré-eleitoral, decisões administrativas também são decisões eleitorais.
O que se deve esperar?
Alguém realmente espera algo diferente do que já vinha sendo feito? A tendência é clara: garantir que a máquina trabalhe a favor dos nomes de Tchê e Mailza. Não se vislumbra uma gestão com identidade própria de Temyllis, mas sim continuidade e alinhamento político. O jogo é esse, quem estranha, ainda não entendeu as regras.
Tchê na Aleac
Como deputado, Tchê sempre teve um perfil mais articulador e moderado. Quando subiu à tribuna, raramente inflamou o discurso. Agora, retorna para cumprir tabela, fortalecer o governo e garantir mais um voto fiel na Aleac. A partir daqui, o foco é um só: reeleição.

Mais mudanças por aí
Fiquem atentos ao Diário Oficial. A dança das cadeiras começou: alguns saem, outros entram. Segundo fontes do governo, o objetivo é claro, deixar Mailza bem alicerçada para a disputa eleitoral. A máquina está sendo ajustada, para funcionar no ritmo da campanha.







