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RIO BRANCO

ENTRETENIMENTO

Dupla sertaneja Carlos e Jader recebeu metade do cachê, mas não se apresentou em Sena Madureira

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No último sábado (8), a cidade de Sena Madureira aguardava ansiosamente a apresentação da dupla sertaneja Carlos e Jader. No entanto, para surpresa de todos, os artistas não subiram ao palco, mesmo após terem recebido antecipadamente a quantia de R$ 140 mil, correspondente à metade do valor do contrato, conforme relatado.

A contratação dos talentosos sertanejos foi realizada por uma empresa privada, que optou por disponibilizar o evento gratuitamente ao público. Contudo, o promotor de Justiça Júlio César de Medeiros levantou preocupações em relação à realização do show em uma propriedade pertencente ao prefeito, com entrada franca. Ele alertou para os possíveis riscos de utilização indevida de recursos públicos na organização dos shows, o que poderia resultar em violação da ordem pública e da segurança. Em resposta a isso, uma liminar do Ministério Público do Acre, que solicitava a suspensão do evento até a devida comprovação da origem dos recursos de pagamento, foi acatada pela justiça local.

Diante desse cenário, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, contestou a decisão judicial e apresentou documentos adicionais ao processo. No entanto, o juiz plantonista da Comarca, Eder Jacoboski, somente autorizou a continuação do show às 1h47, momento em que os sertanejos já estavam a caminho de Rio Branco para cumprir outros compromissos.

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Essa reviravolta inesperada gerou discussões e questionamentos sobre a transparência e a legalidade dos eventos culturais na região, deixando tanto os fãs quanto os organizadores do evento surpresos e perplexos. A controvérsia em torno da não realização do show da dupla Carlos e Jader em Sena Madureira certamente será lembrada como um episódio marcante na história cultural do município.

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