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RIO BRANCO

ENTRETENIMENTO

Funcionária defende Paula Lavigne em processo contra ex-governanta

Publicado em

Josefa Gouveia de Lima, funcionária de Paula Lavigne e Caetano Veloso, testemunhou no processo movido por Edna Santos, ex-governanta do casal. No depoimento, ao qual o Metrópoles teve acesso, Josefa afirma que conheceu Edna na igreja e foi responsável por apresentá-la aos patrões. Ela também declarou que a governanta era uma pessoa de confiança de Paula e tinha livre acesso aos quartos e pertences da empresária.

A funcionária também afirma que Paula fez tudo para Edna “pois sempre nutriu muito carinho por ela”. Segundo o depoimento, isso incluía empréstimos de dinheiro, fornecimento de plano de saúde e até mesmo o pagamento de um tratamento dentário, orçado em aproximadamente R$ 60 mil.

Entenda

Caetano Veloso e a esposa, Paula Lavigne, foram processados por uma ex-governanta, que pede uma indenização milionária ao casal. Edna Santos entrou com duas ações trabalhistas na Justiça do Rio de Janeiro, após ter sido demitida por justa causa.

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Segundo informações publicadas pela Veja SP, a funcionária trabalhava com o casal desde 2002. Ela foi demitida no dia 6 de maio, após ser acusada de furtar garrafas de bebidas alcoólicas, se hospedar clandestinamente em uma casa na Bahia, utilizar um veículo da empresa do músico para fins particulares e furtar dólares dos ex-patrões.

Em uma das ações, Edna diz que o Caetano Veloso e Paula Lavigne devem provar as acusações.

O processo também menciona os valores que a ex-governanta recebia. Segundo as informações do site, o salário era de R$ 4.800, sendo R$ 2 mil “por fora”.

À Justiça, a funcionária pede cerca de R$ 2,6 milhões de indenização trabalhista. Adicional noturno, acúmulo de função, horas extras, incorporação de remuneração, entre outros, estariam inclusos nesse valor.

De acordo com a defesa de Edna, três dias antes de ser dispensada, o telefone da ex-funcionária teria sido confiscado por Paula:

“No aparelho se encontram documentos particulares (arquivos de áudio, imagens, registros de conversas em aplicativos de mensagens etc) que, caso venham aos autos, poderão, ao menos tese, comprovar a jornada de trabalho excessiva praticada, o regime de sobreaviso, o acúmulo de funções e o assédio moral praticado pela ré em desfavor da reclamante, além de elementos que poderão descaracterizar a justa causa aplicada pelos réus”.

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Outro processo

No segundo processo, Edna explicou que residia em um apartamento do casal, em Ipanema, sem custos, com os dois filhos. Após a despensa, ela recebeu uma mensagem no celular do filho pedindo que eles desocupassem o apartamento imediatamente.

De acordo com o site, tempo depois, eles receberam uma mensagem que estipulava um prazo de trinta dias. No entanto, dia 8 de maio, Paula Lavigne teria solicitado a entrada de uma arquiteta que faria a análise do imóvel. À Justiça, a ex-governanta solicitou que a entrada seja impedida.

A juíza da 28° Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, Livia dos Santos Vardiero Crespo, já concedeu uma liminar atendendo o pedido da ex-funcionária. Ela colocou, ainda, uma multa por descumprimento de R$ 1 mil por dia.

A defesa de Edna publicou uma nota de esclarecimento sobre os fatos após a publicação da matéria. Nela eles afirmam que a ex-funcionária é uma “vítima de Paula” e que ela “foi submetida a um padrão sistemático de abusos psicológicos e morais, fatos que ainda serão levados ao conhecimento do Judiciário Trabalhista em momento oportuno”.

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