Ademar Cardoso, irmão de Djidja Cardoso, recebeu liberdade judicial nesta sexta-feira (23/10). Condenado a mais de dez anos por tráfico de drogas, ele foi beneficiado pela decisão da Justiça do Amazonas, que decretou a progressão de pena do regime fechado para o semiaberto.
constante em atividades de trabalho, leitura e estudo na unidade prisional.
Um laudo médico também atestou a capacidade de autocontrole, discernimento e aptidão de Ademar para o retorno gradual à sociedade.
Relembre o caso
A ex-sinhazinha do boi Garantido Djidja Cardoso morreu em 28 de maio de 2024. A morte dela deu inicio a uma operação contra uma suposta ceita formada pela família dela, chamada de “Pai, Mãe e Vida”.
De acordo com a investigação, os denunciados faziam a captação, distribuição, uso e aplicação indiscriminada de cetamina, droga que afeta o sistema nervoso central.
Em dezembro de 2024, a mãe e o irmão de Djidja Cardoso foram condenados por tráfico e associação ao tráfico de cetamina. Ademar e Cleusimar, e outras cinco pessoas, foram sentenciados a 10 anos, 11 meses e 8 dias de prisão. Além da pena, o juiz Celso de Paula condenou o grupo a pagar 1.493 dias-multa.
Os outros nomes eram Hatus Moraes Silveira, José Máximo Silva de Oliveira, Savio Soares Pereira, Veronica da Costa Seixas e Bruno Roberto da Silva Lima. Os três primeiros, além de Ademar e Cleusimar, já estavam presos e um pedido para recorrer em liberdade foi negado na época. Verônica e Bruno receberam o direito de responder em liberdade.
Outras três pessoas foram absolvidas por falta de provas: Emicley Araújo Freitas Júnior atuava como motoboy na empresa de José Máximo e Claudiele Santos da Silva e Marlisson Vasconcelos Dantas eram maquiadores do estabelecimento de Cleusimar e Ademar.











