A Ferroviária chega à temporada 2026 com um dado que impressiona e inspira: 48% do elenco profissional feminino foi formado dentro do próprio clube. Das categorias de base ao time principal, o caminho das chamadas “Filhas da Aldeia” mostra que investir em formação é mais do que estratégia esportiva: é projeto de futuro.
O centro dessa história é o Parque Pinheirinho, em Araraquara, conhecido como “Aldeia das Guerreiras”, nome que simboliza o projeto mais longevo do Futebol Feminino brasileiro. Criado em 2001, o programa nunca foi interrompido, nem nos anos em que a modalidade era praticamente ignorada no país.
“Aqui o futebol feminino não é obrigação. É escolha”, é a frase repetida com orgulho por quem comanda o projeto.
Enquanto muitos clubes só passaram a investir na modalidade por exigência da FIFA, a Ferroviária seguiu o caminho inverso: fez da base o coração da equipe. O resultado aparece dentro de campo e também fora dele.









