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GERAL

Acervo de Chico Mendes desaparece e Ministério Público abre investigação no Acre

Publicado em

Rio Branco, AC – O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) iniciou uma investigação para apurar o desaparecimento do acervo do líder seringueiro e ambientalista Chico Mendes. A Procuradoria-Geral de Justiça instaurou uma “notícia de fato” após receber uma representação do Ministério Público Federal (MPF) .

O caso será conduzido pela 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Habitação e Urbanismo e Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural. De acordo com o MPF, o acervo, composto por documentos e objetos que registram a trajetória de Chico Mendes, desapareceu após uma reforma realizada na Biblioteca da Floresta, em Rio Branco, instituição que era responsável pela guarda do material. O desaparecimento do acervo foi notado após 2019, quando a Biblioteca da Floresta fechou para reforma .

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Chico Mendes, nascido Francisco Alves Mendes Filho, foi um líder sindical que ganhou projeção mundial por sua luta em defesa do meio ambiente e dos direitos dos seringueiros na Amazônia. Ele foi assassinado em 22 de dezembro de 1988, em Xapuri, aos 44 anos, por fazendeiros contrários à sua luta. O seu legado é reconhecido internacionalmente, sendo considerado um dos maiores líderes ambientalistas do Brasil .

O desaparecimento do acervo representa uma grande perda para a história do Acre e do Brasil, já que o material é de grande importância para a preservação da memória cultural e ambiental da região. A expectativa é que a investigação do MPAC possa esclarecer o que aconteceu com o acervo e responsabilizar os responsáveis pelo seu desaparecimento .

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