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RIO BRANCO

GERAL

Auditores Fiscais denunciam péssimas condições de trabalho e assédio moral

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Forro caindo, paredes mofadas, fios expostos, móveis quebrados, equipamentos deteriorados, perseguição e assédio moral, esses são alguns dos problemas enfrentados pelos Auditores Fiscais de Tributos do Estado de Rondônia. Nessa semana, a diretoria do Sindicato dos Auditores Fiscais de Tributos de Rondônia – Sindafisco visitou as delegacias e posto fiscal do Estado e registrou as condições de trabalho dos servidores.

Uma das maiores preocupações foi com a segurança dos Auditores Fiscais. “Há mais de 60 dias as delegacias regionais estão sem contrato com nenhuma empresa de segurança, deixando os servidores expostos à própria sorte”, explicaram os diretores do Sindafisco.

Reuniões já foram realizadas com a administração pública, mas até o momento nada foi resolvido. “Apesar das altas metas de arrecadação não se tem a menor condição de trabalho, com isso fica impossível alcançar as metas. Nós já acompanhamos há algum tempo essa situação, mas até o momento nada foi resolvido e pelo visto só piorou. Nossa classe não está tendo o devido reconhecimento. Nenhum servidor, de nenhuma classe, pode passar o que estamos passando”, reforça o sindicato.

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Com essa situação, os servidores já falam em paralisação e operação padrão. “A categoria está unida, buscando o nosso reconhecimento. Queremos o mínimo de condições de trabalho e que as perseguições e assédio moral parem. Vamos protocolar um último documento, se nada for resolvido, não teremos outra alternativa a não ser a paralisação dos serviços”, afirma a entidade.

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