O Banco Master obteve renúncia fiscal de R$ 1 milhão junto ao governo federal para destinar a um filme via Lei Rouanet. A obra em questão será baseada na vida de São Jorge.
Procurado pela coluna, o Ministério da Cultura informou que a captação dos recursos ocorreu em 28 de dezembro de 2023, ano em que o processo foi instaurado e concluído. A aprovação inicial do projeto, segundo o sistema da Ancine, foi em dezembro de 2022.
O longa-metragem está em fase de pré-produção e, além do valor destinado pelo banco de Daniel Vorcaro, conseguiu captar R$ 15,3 milhões por meio de isenções.
As renúncias fiscais significam que a União abriu mão de receber essa quantia em impostos para que os recursos fossem destinados ao filme, no caso, à empresa Latinamerica Entretenimento Internacional, responsável pela ficção.
A companhia pertence a Luiza Shelling Tubaldini, que é diretora, roteirista e produtora. Em 2025, a cineasta dirigiu o filme brasileiro Love Kills.
Sinopse
No sistema da Ancine, é possível ver a sinopse do projeto aprovado para a captação dos recursos do filme sobre São Jorge.
“Baseado na vida de São Jorge retratado no quadrinho de mesmo nome, o filme traz ao cinema a magia e o encantamento de um dos mais acalentados heróis da história, e em especial no Brasil. Jorge, nascido na Capadócia no século III, é general do exército e tem uma longa lista de serviços prestados.
Mais do que isso tem uma fama de atuar de forma muito ética e serena, mesmo diante de situações muito complexas. Em meio a um Império que está ruindo, é chamado a defender a população de um ‘dragão’ que estaria matando pessoas em uma determinada região.
Paralelamente à crise causada pelo ‘dragão’, uma forte mudança de pensamento no exército assola o Império. Como solução, determina-se que todos os grandes generais deveriam renunciar às suas crenças e prestar homenagem aos deuses pagãos. Jorge retorna vitorioso de sua luta com o dragão, porém é chamado a renunciar às suas crenças.
Ele pode muito, é um eterno servidor do Império, porém não irá abrir mão de suas convicções pessoais. Qual preço São Jorge pagaria para sustentar seus pensamentos?”.









