A crescente adoção de inteligência artificial (IA) generativa no setor cinematográfico tem gerado discussões sobre questões de autoria e originalidade. A dúvida que surge é sobre a titularidade das obras criadas por sistemas de IA. Com investimentos robustos na área, a China busca se firmar como uma potência no cinema, colocando-se em competição direta com a tradicional indústria de Hollywood. A introdução de tecnologias avançadas de IA no processo de produção cinematográfica promete revolucionar a forma como filmes são feitos, desde a concepção de roteiros até os efeitos visuais. Essa transformação levanta importantes questionamentos sobre quem realmente detém os direitos autorais das produções geradas com o auxílio da inteligência artificial. A possibilidade de uma máquina criar conteúdo original desafia as normas estabelecidas e abre um novo campo para debates legais e éticos. Em meio a esse cenário, o governo chinês tem incentivado o desenvolvimento de soluções baseadas em IA, visando não apenas o aprimoramento da qualidade dos filmes, mas também o aumento da eficiência nas produções. Esse movimento é parte de uma estratégia maior para elevar a China ao status de líder global na indústria do entretenimento. Com essa estratégia, os realizadores chineses esperam não apenas rivalizar com os grandes estúdios de Hollywood, mas também estabelecer um novo padrão na criação e distribuição de conteúdo cinematográfico. A pressão para a inovação e o investimento em tecnologia promete alterar profundamente a paisagem do cinema mundial.
Com informações de Portal6









