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RIO BRANCO

GERAL

Copiloto do avião que caiu no Acre já tinha histórico de prisão por tráfico de drogas

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Detalhes sombrios emergiram em torno do acidente do avião no interior do Acre na última segunda-feira, 20 de maio, com a revelação de que o co-piloto identificado como Wesley Evangelista Lopes tinha um histórico ligado ao tráfico de drogas. De acordo com informações, Lopes foi detido em 2019, na Bahia, após ser acusado de transportar quase meia tonelada de cocaína em um avião bimotor no interior do Amazonas, o que o levou a ser procurado pela Interpol.

A Polícia Civil da Bahia revelou que Lopes era o líder de um grupo criminoso interceptado em abril de 2018, no aeroporto municipal de Carauari, no Amazonas, enquanto transportava 450 quilos de cocaína em um avião bimotor. A operação resultou na prisão de quatro indivíduos envolvidos.

O delegado Ronerio Silva, da Delegacia de Tarauacá, está à frente das investigações e já interrogou o piloto Pedro Rodrigues Parente Neto, planejando ouvir também Wesley Evangelista Lopes em breve. As suspeitas apontam para a possibilidade de transporte de drogas no voo que resultou no acidente, levantando a hipótese de uma operação de reconhecimento da rota.

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“Quando os bombeiros chegaram, não encontraram vestígios. É provável que a droga já tenha sido retirada”, afirmou o delegado Ronerio Silva.

A rota da aeronave que partiu do Espírito Santo com destino ao Amazonas, com parada no Acre, agora se encontra envolta em questionamentos e intrigas devido aos eventos recentes.

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