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RIO BRANCO

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Mãe de gêmeas siamesas faz apelo ao Governo do Acre por UTI aérea para retorno com bebês

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As gêmeas siamesas Aylla Sophia e Allana Rhianna, nascidas em Brasília no último dia 3 de maio, enfrentam um prognóstico desafiador devido à complexidade de sua condição. Unidas pelo tórax e compartilhando órgãos vitais como o coração, fígado e intestino, as bebês estão atualmente internadas no Hospital Materno Infantil (HMIB) juntamente com sua mãe, Alice Fernandes Silva Brito, de 18 anos, e seu pai, Adriano Silva Fernandes, de 22 anos, ambos agricultores do Acre.

Os médicos responsáveis pelo caso das gêmeas siamesas informaram que, devido à gravidade e complexidade da situação, o prognóstico não é favorável, e lamentavelmente, não há intervenções médicas que possam garantir sua sobrevivência. Em meio a esse cenário delicado, a mãe, Alice, expressou o desejo de levar as crianças para o Acre, para que seus familiares possam conhecê-las antes que ocorra qualquer desfecho.

Diante da urgência e da distância entre Brasília e o Acre, Alice fez um apelo comovente ao governo do Acre, solicitando uma UTI aérea para viabilizar o transporte das gêmeas siamesas. A UTI aérea é considerada a única maneira viável de realizar a transferência das bebês para que seus entes queridos possam estar ao seu lado nesse momento difícil.

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A jornada da família, que reside no ramal Santa Luzia, no Seringal Apodi, em Brasiléia, até Brasília, foi marcada por desafios e esperanças. Após uma gestação surpreendente em que a condição de siamesas foi revelada tardiamente, Alice e Adriano buscaram atendimento em diferentes hospitais, culminando na internação em Brasília após uma vaga ser disponibilizada pelo serviço de Atendimento Fora do Domicílio (TFD).

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