Como surgiram os rumores
As especulações ganharam força em razão da ausência do presidente em eventos públicos desde terça-feira (26/8), um dia após reaperecer com um hematoma roxo na mão direita.
Na madrugada deste sábado, publicações afirmavam sem prova alguma que Trump poderia ter falecido. Entre as supostas evidências estavam a agenda presidencial esvaziada para o fim de semana, a falta de declarações públicas desde a última terça-feira e a bandeira a meio-mastro na Casa Branca.
A interpretação, no entanto, não correspondia à realidade. A bandeira foi baixada por ordem do próprio presidente, em homenagem às vítimas de um tiroteio em Minneapolis, e deve permanecer assim até este domingo (31/8).
Quanto à agenda, o presidente norte-americano já não tinha compromissos oficiais previstos para este fim de semana.
As especulações sobre a saúde do presidente fizeram o nome “Trump” figurar entre os assuntos mais comentados nas redes sociais e nos mecanismos de busca. Tags como “Onde está Trump?” e “Trump está morto” se multiplicaram em postagens que, em grande parte, brincavam com a situação
Saúde de Trump
A saúde de Trump tem sido alvo de comentários desde julho, quando a Casa Branca confirmou que ele foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, condição que provoca inchaço e hematomas. À época, o governo destacou que não foram encontrados sinais de trombose venosa profunda nem de doença arterial.
Em abril, um boletim médico oficial já havia classificado o presidente como “em excelente saúde cognitiva e física”, apto a exercer o cargo de chefe de Estado e comandante-chefe das Forças Armadas.
Apesar da ausência em eventos públicos, Trump tem se mantido ativo em sua rede Truth Social. O vice-presidente, JD Vance, também reforçou que o republicano está em boas condições.
Questionado na última quarta-feira (27/8) sobre a possibilidade de assumir a presidência em caso de “tragédia terrível”, Vance afirmou acreditar que Trump segue em boa forma.