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RIO BRANCO
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POLÍCIA

Condenado a 21 anos de prisão, presidiário é sentenciado pela morte de detento durante banho de sol em Rio Branco

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Durante um julgamento que trouxe à tona um trágico episódio no Complexo Prisional de Rio Branco, Rafael da Silva Campos foi sentenciado a 21 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado de Edivan da Silva Dias, ocorrido durante um banho de sol. O coacusado, Marcelo Maia da Costa, foi absolvido das acusações no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da capital acreana.

O promotor do Ministério Público, Carlos Pescador, defendeu a condenação de Rafael, apontando sua confissão como prova contundente de sua participação no crime. “Rafael assumiu a responsabilidade pelo ato”, afirmou o promotor perante o júri.

O conselho de sentença, após deliberação, acolheu a argumentação do Ministério Público e determinou a pena de 21 anos de prisão para Rafael Campos. Vale ressaltar que o réu já cumpre uma pena superior a 50 anos por outro crime, relacionado à morte de um militar. Por outro lado, Marcelo Maia foi inocentado das acusações que pesavam sobre ele.

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Edivan da Silva Dias, de 38 anos, perdeu a vida em agosto do ano anterior durante o banho de sol no Pavilhão K do complexo prisional. Dois detentos admitiram o ataque fatal, revelando o uso de uma faca artesanal para perpetrar o ato violento em um ato de vingança. A motivação por trás desse trágico episódio remonta ao assassinato do irmão de Marcelo da Costa por Edivan Dias. Além disso, Rafael do Nascimento teria se envolvido em uma discussão com a vítima que culminou em violência física.

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