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RIO BRANCO

POLÍCIA

Em nova delação, Ronnie Lessa dar detalhes sombrios sobre o assassinato de Marielle Franco

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O ex-policial militar Ronnie Lessa, réu confesso do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco Em nova delação, Ronnie Lessa dar detalhes sombrios sobre o assassinato de Marielle Franco

O ex-policial militar Ronnie Lessa, réu confesso do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, revelou detalhes chocantes sobre a execução do crime que abalou o Rio de Janeiro em 2018, em novos depoimentos de delação premiada.

Os depoimentos, recentemente divulgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após a retirada do sigilo das oitivas pelo ministro Alexandre de Moraes, expuseram a frieza e a meticulosidade com que Lessa planejou e executou o homicídio. Em um dos depoimentos concedidos à Polícia Federal (PF) no ano passado, Lessa descreveu como testou a submetralhadora utilizada no crime para assegurar o funcionamento do silenciador da arma. Os disparos fatais foram efetuados em um terreno sob o domínio de uma milícia, e a arma foi posteriormente descartada em um córrego da região.

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Lessa admitiu ter monitorado a rotina da vereadora por três meses e enfrentado obstáculos antes de concretizar o assassinato. Ele revelou que Marielle foi seguida até um bar, local de difícil acesso, assim como sua residência. Após tentativas fracassadas, Lessa e seus cúmplices buscaram alternativas para concluir a missão, levando ao trágico desfecho.

Além disso, Lessa afirmou que a execução de Marielle estava vinculada a uma promessa de ganho pessoal. Ele mencionou que receberia um loteamento como recompensa pela morte da vereadora, em uma negociação conduzida por Edmilson Macalé e Robson Calixto, conhecido como Peixão. Macalé, que teria feito a oferta, foi assassinado em 2021.

Após o crime hediondo, Lessa relatou que foi assistir a um jogo do Flamengo em um bar, como se nada tivesse acontecido. Sua atitude indiferente e desumana evidencia a crueldade dos envolvidos no assassinato de Marielle e Anderson.

Os depoimentos revelados nesta sexta-feira complementam a primeira parte da delação premiada de Lessa, que apontou os irmãos Brazão como os mandantes do homicídio. Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e o deputado federal Chiquinho Brazão foram identificados por Lessa como os responsáveis pela ordem de matar a vereadora. Todos os envolvidos estão sob custódia, enquanto a defesa dos detidos nega veementemente as acusações.

motorista Anderson Gomes, revelou detalhes chocantes sobre a execução do crime que abalou o Rio de Janeiro em 2018, em novos depoimentos de delação premiada.

Os depoimentos, recentemente divulgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após a retirada do sigilo das oitivas pelo ministro Alexandre de Moraes, expuseram a frieza e a meticulosidade com que Lessa planejou e executou o homicídio. Em um dos depoimentos concedidos à Polícia Federal (PF) no ano passado, Lessa descreveu como testou a submetralhadora utilizada no crime para assegurar o funcionamento do silenciador da arma. Os disparos fatais foram efetuados em um terreno sob o domínio de uma milícia, e a arma foi posteriormente descartada em um córrego da região.

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Lessa admitiu ter monitorado a rotina da vereadora por três meses e enfrentado obstáculos antes de concretizar o assassinato. Ele revelou que Marielle foi seguida até um bar, local de difícil acesso, assim como sua residência. Após tentativas fracassadas, Lessa e seus cúmplices buscaram alternativas para concluir a missão, levando ao trágico desfecho.

Além disso, Lessa afirmou que a execução de Marielle estava vinculada a uma promessa de ganho pessoal. Ele mencionou que receberia um loteamento como recompensa pela morte da vereadora, em uma negociação conduzida por Edmilson Macalé e Robson Calixto, conhecido como Peixão. Macalé, que teria feito a oferta, foi assassinado em 2021.

Após o crime hediondo, Lessa relatou que foi assistir a um jogo do Flamengo em um bar, como se nada tivesse acontecido. Sua atitude indiferente e desumana evidencia a crueldade dos envolvidos no assassinato de Marielle e Anderson.

Os depoimentos revelados nesta sexta-feira (7) complementam a primeira parte da delação premiada de Lessa, que apontou os irmãos Brazão como os mandantes do homicídio. Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e o deputado federal Chiquinho Brazão foram identificados por Lessa como os responsáveis pela ordem de matar a vereadora. Todos os envolvidos estão sob custódia, enquanto a defesa dos detidos nega veementemente as acusações.

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