RIO BRANCO (AC) – O juiz Gustavo Sirene, da Vara das Garantias, manteve a prisão temporária de Alex Pires Bastos Júnior (“Lequinho”), Brian Peixoto Henrique e Lucas Azevedo da Silva (“Manga”) durante audiência de custódia realizada na tarde desta quarta-feira (18). Os três jogadores do Vasco da Gama AC estão sob investigação por suspeita de estupro coletivo, e a decisão acarreta desfalques importantes para a partida da equipe na Copa do Brasil, agendada para esta quinta-feira.
Com a manutenção da prisão dos atletas, o clube acreano ficará sem quatro titulares na competição. O atacante Erick Luiz Serpa dos Santos já tinha a prisão preventiva decretada no domingo passado, somando-se aos três jogadores envolvidos na decisão desta quarta-feira. O crime investigado teria ocorrido no alojamento do clube na última sexta-feira (13), contra duas jovens.
Atletas negam participação no crime e defesa pretende recorrer
Durante a audiência, os jogadores prestaram depoimentos individuais e negaram qualquer envolvimento no crime. A sessão focou apenas na legalidade da prisão, sem analisar o mérito do caso. Após a manifestação da promotora de Justiça Diana Pimentel, que se posicionou a favor da manutenção da custódia, o magistrado homologou a prisão temporária.
Ao final da audiência, Lequinho, Brian e Manga foram encaminhados ao presídio da cidade, onde ficarão à disposição da Justiça. A defesa dos atletas informou que pretende recorrer da decisão judicial.
O Vasco da Gama AC enfrenta agora o desafio de disputar a Copa do Brasil com o elenco reduzido, após perder quase metade da equipe titular em razão das medidas judiciais. A investigação sobre o caso segue em andamento, com as autoridades analisando todos os elementos envolvidos no ocorrido no alojamento do clube.










