A Polícia Civil, pelo Núcleo Especializado de Investigação Criminal (NEIC), abriu investigação completa sobre a tentativa de assalto à loja da Vivo na noite de quarta-feira (29), que terminou com a morte de dois suspeitos. Conforme o delegado Everton Carvalho, os homens já eram conhecidos das forças de segurança e tinham vínculo com organizações criminosas.
Após o fato, circularam vídeos e houve queima de fogos em suposta homenagem aos autores do crime. A PCAC vai identificar e responsabilizar quem fez apologia a criminosos e ao crime: “Essa atitude reforça o grau de envolvimento deles com grupos organizados e também será investigada”.
Dinâmica e investigação
Os suspeitos chegaram usando capacetes, primeiro pediram produtos e depois anunciaram o assalto. Um policial militar que estava no local reagiu com disparos. A princípio, a ação se encaixa em legítima defesa própria e de terceiros, mas a conclusão virá com laudos e depoimentos.
Foram apreendidas uma pistola .380 carregada, um simulacro de arma e o celular de um dos mortos. A perícia também vai definir o número exato de disparos e o que atingiu cada um. Ainda serão ouvidos o policial, funcionários, clientes e testemunhas, além de serem analisadas imagens de câmeras para reconstituir todo o ocorrido.












