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RIO BRANCO

POLÍTICA

Bocalom e Gladson preparam-se para mudanças: Secretários municipais e estaduais se afastam para concorrer nas eleições 2024

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O cenário político do Acre se agita com a iminência das eleições municipais, e as movimentações já começam a se desenhar. A semana que se inicia em 1º de abril traz consigo a determinação da justiça eleitoral de que os secretários ordenadores de despesas, tanto municipais quanto estaduais, devem se afastar de seus cargos até seis meses antes do pleito. Portanto, até o próximo sábado, 6 de abril, aqueles que almejam concorrer a cargos de vereador, vice-prefeito ou prefeito devem realizar seu afastamento, delineando os rumos da corrida eleitoral.

Essa exigência legal promete provocar uma reconfiguração significativa nos quadros do governo estadual e das prefeituras. Em Rio Branco, capital acreana, o prefeito Tião Bocalom anunciou que cinco ou seis de seus secretários devem lançar suas candidaturas. Alguns já estão em processo de transição, realizando balanços de gestão e articulando alianças para as próximas eleições.

Do círculo próximo ao prefeito Bocalom, pelo menos dois secretários estão prestes a deixar suas funções. Sheila Andrade, atual secretária de saúde, planeja concorrer ao cargo de vereadora ou vice-prefeita. Da mesma forma, Joabe Lira, à frente da secretaria de Cuidados com a Cidade, pretende postular uma vaga como vereador ou vice-prefeito, caso outro nome seja escolhido para compor a chapa à reeleição do atual prefeito.

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Outros nomes que ainda não confirmaram suas candidaturas a vereador são Jonathan Santiago, secretário de Gestão Administrativa, e Cid Ferreira, secretário de Infraestrutura.

Além das movimentações na prefeitura, as eleições também acarretam mudanças em importantes órgãos do governo estadual. Na Fundação Hospital do Acre (Fundhacre), o atual presidente João Paulo Silva é candidato a vereador e está no cargo desde abril de 2021. Da mesma forma, Gabriela Câmara, presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), também buscará uma vaga na câmara municipal e precisará deixar sua posição na autarquia responsável pela regularização fundiária no estado.

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