A equipe de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) trabalha para conter repercussões negativas envolvendo o Bolsa Família, após declarações da coordenadora econômica Daniella Marques terem dado novo argumento ao adversário para questionar a sustentabilidade dos programas sociais em um eventual governo do senador. O tema ganha força justamente nesta semana, quando os beneficiários começam a receber o reajuste de 15% concedido pelo presidente Lula (PT).
A resposta da campanha
Flávio publicou um vídeo nas redes sociais esclarecendo que, em sua proposta, o benefício continuaria sendo pago por até dois anos após a pessoa conseguir emprego ou abrir uma empresa, com garantia de retorno imediato caso seja demitida ou o negócio não dê certo. Parte dessas regras já existe na versão atual do programa.
Aliados admitem desconforto com a entrevista anterior e trabalham para reforçar a mensagem nas redes sociais e junto a lideranças políticas. O PL pediu a seus membros que ampliem a divulgação das propostas do candidato nos últimos dias de campanha.
Agenda da reta final
-Quarta (21/10): Flávio em São Paulo e no Ceará
-Quinta (22/10): Encerramento de comícios e propagandas pagas na internet
-Sexta (23/10): Último debate, na TV Globo — agenda concentrada no Rio de Janeiro para preparação
-Sábado (24/10): Encerramento em Minas Gerais e no Rio; caminhadas e distribuição de material até às 22h
-Domingo (25/10): Segundo turno — votação das 8h às 17h (horário de Brasília)
A campanha também busca ampliar o apoio para além da base tradicional, contando com Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes em São Paulo, e com o vice na chapa, Alfredo Gaspar, e o deputado Nikolas Ferreira em mobilizações no Nordeste e em Minas Gerais.












