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POLÍTICA

Carlos Bolsonaro detalha visita ao pai em prisão domiciliar: ‘O velho está magro’

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Jair Bolsonaro (PL) foi autorizado a deixar a prisão domiciliar no sábado, 16, para a realização de exames no hospital DF Star, em Brasília (DF) Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) detalhou uma visita ao pai, Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma publicação nas redes sociais, o vereador falou sobre as condições do ex-presidente e destacou que ‘o velho está magro’ e que ele ‘não tem vontade de se alimentar’.

Na decisão em que determinou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro pelo descumprimento de medidas cautelares, no início do mês, Moraes autorizou a visita de filhos, noras, netos e netas sem a necessidade de comunicação prévia ao STF.

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Na publicação, o filho ’02’ de Bolsonaro fez críticas à prisão domiciliar do pai, chamando-a de ‘ilegal e desumana’, e disse que o ex-presidente enfrenta ‘intermináveis crises de soluço e vômitos’.

“Dói demais ver tudo isso, mas sinto como obrigação compartilhar um pouco da realidade do momento com todos os que estão sofrendo junto conosco”, lamentou, ainda, Carlos Bolsonaro.

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Na ocasião em que Alexandre de Moraes decretou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, o ex-presidente estava – e continua – proibido de ter acesso às redes sociais, mesmo que por meio de terceiros.

Um dia antes, no dia 3 de agosto, ele apareceu em vídeo publicado nas redes sociais do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho, durante manifestações bolsonaristas pelo Brasil. Flávio postou e apagou o conteúdo em seguida.

Na decisão pela prisão, com letras maiúsculas, Moraes repetiu o bordão adotado em decisões relativas ao ex-presidente: “Como diversas vezes salientei na presidência do TSE, a JUSTIÇA É CEGA MAS (sic) NÃO É TOLA”. Segundo o ministro, a “Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder político e econômico.”

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Bolsonaro segue em prisão domiciliar desde então, ainda com o uso de tornozeleira eletrônica e sob a proibição do uso de aparelhos celulares. Nas últimas semanas, familiares e alguns aliados do ex-presidente foram autorizados a visitá-lo. Além disso, ele teve crises de soluço e passou por atendimento médico.

Na terça-feira, 2, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia o julgamento que pode resultar na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete aliados acusados por participação na trama golpista após as eleições de 2022, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito.

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Este processo refere-se ao Núcleo 1 de quatro ações penais movidas pela PGR sobre a trama golpista. Os demais núcleos, que envolvem agentes públicos, militares e civis, aguardam julgamento e devem ser analisados ainda em 2025.

 

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