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POLÍTICA

Deputados discutem requerimento que levará órgãos fiscalizadores para esclarecer sobre denúncias contra Medtrauma

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Após a primeira sessão ordinária, que teve como “prato principal” a questão das denúncias acerca do contrato do Governo do Estado do Acre com a empresa Medtrauma, que foi alvo de denúncias em nível nacional, o deputado de oposição Edvaldo Magalhães voltou a falar no assunto na sessão desta quarta-feira, 21.

O parlamentar disse que “o mutirão de boa vontade do governo em anunciar uma espontaneidade, que não houve, com a presença, na Casa Legislativa, de vários integrantes do Primeiro Escalão do Governo, para justificar e explicar as denúncias referentes ao contrato com a Medtrauma”, que vai desde erros médicos até o superfaturamento de produtos e serviços, não são suficientes para esclarecer o assunto. Edvaldo disse que a casa precisa garantir que o debate iniciado na terça (20) tenha prosseguimento.

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“Esta casa não deverá, certamente, proibir que a Controladoria-Geral da União (CGU) venha aqui apresentar o seu trabalho acerca do problema da Medtrauma. Porque toda moeda tem dois lados. Certamente esta Casa não se negará a ouvir aqui, o órgão auxiliar da Assembleia, que é o Tribunal de Contas do Estado (TCE), acerca da Medtrauma. Eu tenho absoluta certeza que o espírito democrático dos deputados e deputadas desta Casa não permitirá proibir que venha aqui o Ministério Público Estadual, que tem uma área específica que trata das questões da saúde”, disse o parlamentar, já se referindo ao requerimento da deputada Michele Mello solicitando a presença de tais órgãos a fim de esclarecer e investigar as denúncias contra a Medtrauma.

Ainda na primeira sessão, quando o Secretário de Saúde do Estado, Pedro Pascoal, esteve na Assembleia esclarecendo sobre as denúncias, o deputado da base do governo, Tanízio Sá, já se manifestou contrário à aprovação do requerimento, pois disse não haver necessidade de mais esclarecimentos.

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Os deputados devem discutir e votar o requerimento para vinda ou não de órgãos fiscalizadores à Aleac, a fim de esclarecer sobre as denúncias da Medtrauma, mas o documento ainda não está na pauta.

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