POLÍTICA
Eduardo Bolsonaro precisa retornar ao Brasil para manter cargo de escrivão na PF

BRASÍLIA (DF), 02 de janeiro de 2026 — O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro deverá retornar ao Brasil para manter o cargo de escrivão da Polícia Federal (PF), uma vez que a função não permite exercício remoto. Caso não assuma o posto de maneira presencial, ele corre o risco de ser demitido por abandono do cargo.
Em ato publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União (DOU), a PF ordenou o “retorno imediato para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação formal” do servidor. Eduardo ingressou na corporação em 2010 como escrivão e está nos Estados Unidos desde março do ano passado, quando se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados.
Durante o período em que exerceu o cargo de parlamentar, ele não recebia remuneração como escrivão da PF. Com o fim do mandato no final do ano passado, para voltar a ter rendimento como servidor público, o filho de Jair Bolsonaro precisa se apresentar presencialmente à corporação. A remuneração inicial da carreira é de R$ 14 mil mensais.








