RIO BRANCO (AC) – 03 de fevereiro de 2026 – O governador Gladson Cameli (Progressistas) esteve presente na abertura dos trabalhos legislativos de 2026 na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira. Durante o evento, o gestor destacou as realizações de seu mandato, garantiu que a vice-governadora Mailza Gomes dará continuidade aos projetos governamentais e comentou sobre as negociações para as eleições deste ano, afirmando que a formação da chapa para o Senado está mais nas mãos de Marcio Bittar do que nas suas.
Em discurso durante a cerimônia, Cameli expressou satisfação em participar do evento e ressaltou os marcos alcançados ao longo de sete anos à frente do governo do Acre. “Foram anos de muitas conquistas e realizações. Iniciamos obras que ainda serão entregues até o fim do meu mandato, e fomos o governo que mais contratou servidores públicos na história do estado”, afirmou o governador. Ao comentar sobre a sucessão, ele deixou claro que confia na continuidade das ações quando assumir a vice-governadora: “Quando eu renunciar e Mailza assumir, ela vai dar continuidade em todos os nossos projetos”.
Ao ser questionado se se tratava de seu último ato na Aleac como governador, Cameli enfatizou o respeito pelo Poder Legislativo e a importância da articulação entre os poderes. “Minha presença aqui representa o respeito que tenho pelo Legislativo. Todos os poderes precisam estar unidos para aproximar o Estado de Direito da população”, destacou. O gestor também afirmou que cumpreu com o que se propôs quando assumiu o cargo em 2019: “É um sentimento de realização. O que consegui fazer, fiz. O que não deu para terminar foi por questão de tempo, mas saio consciente de que executei minha missão”.
Sobre as estratégias políticas para as eleições de 2026, Cameli afirmou que não há mudanças no alinhamento do seu grupo e que a composição da chapa para o Senado ainda está em negociação. “A situação não mudou até que se prove o contrário. Está nas mãos de Marcio Bittar. Tenho certeza do apoio do MDB, mas também gostaria que o PL se juntasse a nós – e aí depende mais do Marcio do que de mim”, completou o governador.









