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POLÍTICA

Lula é desaprovado por 49% e aprovado por 47%, mostra pesquisa Genial/Quaest

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O governo Lula tem 49% de desaprovação e 47% de aprovação, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14. Os índices se mantiveram estáveis em relação à pesquisa anterior, de dezembro, quando os porcentuais eram 49% e 48%, respectivamente.

Entre lulistas, o governo alcança 97% de aprovação e 3% de reprovação. Na esquerda não lulista, o apoio segue alto: 86% aprovam e 14% desaprovam.

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Entre independentes, predomina a avaliação negativa: 53% desaprovam e 38% aprovam. Na direita não bolsonarista, a rejeição é de 88%, com 10% de aprovação. Entre bolsonaristas, 92% desaprovam e 5% aprovam.

No recorte regional, o presidente mantém avaliação positiva no Nordeste, com 67% de aprovação e 30% de desaprovação. No Sul, 64% desaprovam e 32% aprovam o governo Lula, e no Sudeste, 56% desaprovam e 40% aprovam a gestão. No Centro-Oeste/Norte, os índices ficam próximos: 51% de desaprovação e 45% de aprovação.

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Por gênero, o quadro é equilibrado entre mulheres (48% aprovam e 47% desaprovam) e mais crítico entre homens (53% desaprovam e 45% aprovam).

Por idade, a rejeição é maior entre jovens de 16 a 34 anos (52% desaprovam e 44% aprovam). Entre 35 e 59 anos, a diferença diminui (49% a 47%). A vantagem aparece entre pessoas com 60 anos ou mais: 51% aprovam e 46% desaprovam.

Avaliação do governo

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Já sobre a avaliação do governo, 39% consideram negativo, enquanto 32% veem como positivo. Outros 27% acham a gestão de Lula regular.

O recorte por identidade política mostra que a avaliação segue diretamente associada ao posicionamento do eleitor, com mudanças pontuais de dezembro para janeiro. Entre os lulistas, a visão positiva permanece predominante: o percentual que avalia o governo como positivo passou de 82% em dezembro para 79% em janeiro, enquanto a percepção regular subiu de 16% para 20%. A avaliação negativa permaneceu em 1%.

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No grupo da esquerda não lulista, o governo mantém avaliação favorável: a avaliação positiva passou de 61% para 62%, e a parcela que considera o governo regular saiu de 34% para 36%. Já o percentual que avalia como negativo passou de 4% para 2%.

Já entre os independentes, a tendência foi de piora. A avaliação positiva caiu de 24% em dezembro para 18% em janeiro, enquanto a percepção negativa subiu de 33% para 38%. O grupo segue concentrado no meio do caminho: 39% classificam o governo como regular.

No campo da direita, a avaliação negativa continua predominante. Entre eleitores de direita não bolsonarista, a fatia que considera o governo negativo oscilou de 78% para 77%, enquanto o percentual regular subiu de 15% para 18% e o positivo passou de 7% para 5%. Entre os bolsonaristas, a avaliação negativa voltou a avançar: passou de 82% em dezembro para 86% em janeiro, com queda do percentual positivo de 6% para 4% e com a avaliação regular de 11% para 10%.

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Comparação com os mandatos anteriores

Comparando com os dois mandatos anteriores do petista, 43% dos entrevistados afirmam que o atual é pior. Já 21% dizem que é melhor. Outros 21% consideram igual, “porque já esperava que fosse bom”, e 11% dizem igual, “porque já esperava que fosse ruim”.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, e ouviu presencialmente 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 8 de janeiro com o número BR-00835/2026.

 

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