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Estupro no Acre: números revelam uma situação crítica

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Em apenas cinco meses, o Acre já registrou quase 400 ocorrências de estupro, conforme dados do Observatório de Análise Criminal do Ministério Público do Acre (MPAC). Os números revelam um aumento alarmante de casos em comparação com o ano anterior, com 44,9% do total de ocorrências de 2023 já notificados em 2024.

A maioria dos casos são de estupro de vulnerável, representando 75,44% das ocorrências. A cidade de Rio Branco lidera com o maior número de casos, seguida por Cruzeiro do Sul. Jordão é o único município sem registros em 2024.

Os relatos de casos chocantes incluem um vereador preso por estupro de vulnerável, múltiplos casos de estupro de vulnerável em Sena Madureira, e um homem condenado a 16 anos de prisão por estuprar a própria irmã em Cruzeiro do Sul. Essas histórias evidenciam a gravidade e a frequência desses crimes abomináveis.

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O Código Penal Brasileiro define o estupro como um crime violento e hediondo, com penas que variam de acordo com as circunstâncias, podendo chegar a 30 anos de reclusão em casos extremos. O estupro de vulnerável, que envolve menores de 14 anos ou pessoas incapazes de oferecer resistência, também é duramente penalizado.

O Observatório de Análise Criminal desempenha um papel crucial na análise e acompanhamento dos índices de violência e criminalidade, fornecendo informações essenciais para a formulação de estratégias de prevenção e controle desses eventos criminógenos. É fundamental que medidas eficazes sejam implementadas para combater e prevenir o aumento alarmante de casos de estupro no Acre e garantir a proteção das vítimas vulneráveis.

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