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RIO BRANCO

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Médicos do Acre ameaçam entrar em greve por reajuste salarial e melhorias no PCCR

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O Sindicato dos Médicos do Estado do Acre se reunirá nesta quinta-feira, 6, em Rio Branco, para deliberar sobre o indicativo de greve da categoria. Na assembleia, que ocorrerá por videoconferência a partir das 18 horas, a principal pauta será a proposta de paralisação das atividades.

Os médicos reivindicam um reajuste de 33,24% no valor dos plantões. Segundo o vice-presidente do Sindicato, Rodrigo Prado, não houve avanços nas negociações sobre a reforma do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) da categoria. Além disso, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) é acusada de deixar de pagar diversos adicionais regulares devidos aos profissionais.

Caso a greve seja deflagrada, a categoria decidirá os critérios da paralisação, que poderá ser por tempo indeterminado. O indicativo de greve foi dado no início da semana, mas a Sesacre ainda não se manifestou formalmente sobre o assunto. O último encontro entre o sindicato e o secretário de saúde, Pedro Pascoal, aconteceu no dia 21 de maio.

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“Os médicos estão impacientes e a expectativa é de uma greve, porque a gestão oferece apenas desculpas”, afirmou o vice-presidente da categoria. A mobilização visa pressionar o governo do estado a atender as reivindicações da classe médica, garantindo melhores condições de trabalho e remuneração justa.
O Sindicato dos Médicos do Estado do Acre se reunirá nesta quinta-feira, 6, em Rio Branco, para deliberar sobre o indicativo de greve da categoria. Na assembleia, que ocorrerá por videoconferência a partir das 18 horas, a principal pauta será a proposta de paralisação das atividades.

Os médicos reivindicam um reajuste de 33,24% no valor dos plantões. Segundo o vice-presidente do Sindicato, Rodrigo Prado, não houve avanços nas negociações sobre a reforma do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) da categoria. Além disso, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) é acusada de deixar de pagar diversos adicionais regulares devidos aos profissionais.

Caso a greve seja deflagrada, a categoria decidirá os critérios da paralisação, que poderá ser por tempo indeterminado. O indicativo de greve foi dado no início da semana, mas a Sesacre ainda não se manifestou formalmente sobre o assunto. O último encontro entre o sindicato e o secretário de saúde, Pedro Pascoal, aconteceu no dia 21 de maio.

“Os médicos estão impacientes e a expectativa é de uma greve, porque a gestão oferece apenas desculpas”, afirmou o vice-presidente da categoria. A mobilização visa pressionar o governo do estado a atender as reivindicações da classe médica, garantindo melhores condições de trabalho e remuneração justa.

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