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RIO BRANCO

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Tribunal de Justiça do Acre mantém condenação no caso do assassinato de Mauro Braga

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Após a análise da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), a condenação de Vilmar Vieira de Souza, envolvido no assassinato do pecuarista e ex-presidente do Banco do Estado do Acre (Banacre), Mauro Braga, foi mantida.

Nesta terça-feira, 21, a defesa de Vilmar contestou a decisão inicial, argumentando que o veredicto do júri não condizia com as evidências apresentadas durante o processo. A defesa solicitou um novo julgamento ou a redução da pena, porém a desembargadora Denise Castelo Bonfim, relatora do caso, rejeitou o recurso. A decisão foi unânime entre os membros da Câmara Criminal.

Em novembro de 2023, quase duas décadas após o crime, Vilmar foi condenado a 19 anos e 3 meses de prisão, embora atualmente esteja em liberdade. A acusação aponta que ele teria contratado o pistoleiro conhecido como Sardinha, responsável direto pela execução do homicídio.

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Mauro Braga foi fatalmente atingido por um tiro no ouvido em 19 de dezembro de 2002. O atirador identificado como Dorivaldo Sardinha da Costa teria sido contratado por Vilmar Vieira de Souza para cometer o terrível crime.

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