Rio Branco, Acre – 20 de maio de 2026 – Um trecho da estrada do Quixadá, na zona rural de Rio Branco, teve o tráfego comprometido após ser atingido por um processo de erosão que causou o desbarrancamento de parte da pista. O prefeito Alysson Bestene esteve no local nesta manhã de quarta-feira (20) para vistoriar os danos, acompanhado por equipes técnicas da administração municipal, e anunciou que as obras de recuperação serão iniciadas assim que comece o período de estiagem.
A via é uma ligação essencial para moradores, produtores rurais e famílias da região, que dependem do acesso diário para deslocamento e escoamento de produção. A visita ocorreu logo após uma verificação no Espaço Arena Race, e contou com a participação do secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, e do presidente da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), Abdel Derze. Juntos, eles analisaram a extensão dos estragos e as condições do solo no trecho afetado.
Segundo o prefeito, o reparo já estava previsto no planejamento da prefeitura. “É uma intervenção necessária. A equipe da Emurb já tem o projeto pronto, e assim chegar o verão, vamos começar os trabalhos para devolver boas condições de tráfego para essa região”, afirmou Bestene. Ele explicou ainda que a ação fará parte do programa Prefeitura nas Ruas, que reúne serviços de infraestrutura, recuperação de vias e melhorias paisagísticas.
Além de reconstruir a pista, a gestão municipal prepara medidas para resolver o problema de forma definitiva, evitando novos danos. Em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, serão implantadas estruturas de contenção de encostas, com uso de vegetação e arborização para dar mais estabilidade ao terreno. Uma das soluções estudadas é a construção de barreiras de bambu, aliada ao preenchimento da área erodida.
O secretário Cid Ferreira destacou que as obras exigem cuidado especial por causa das características do solo do Acre. “Temos um solo que naturalmente traz dificuldades, como a tabatinga branca, que não oferece boa sustentação, e por isso sofremos com desmoronamentos e desbarrancamentos. Para conviver com isso, precisamos agir com planejamento e sabedoria”, pontuou, reforçando que as técnicas escolhidas são adequadas para a realidade do território.












