Fiocruz mantém Acre e Rio Branco em nível de risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave

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Fiocruz mantém Acre e Rio Branco em nível de risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave

Estado está entre os cinco com maior alerta; crescimento atinge crianças e idosos

O boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (23) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), confirma que o Acre segue entre os estados com situação de risco ou alto risco para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), mesmo com queda de casos em outras regiões do Brasil. Na lista também aparecem Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Cenário na capital

Rio Branco é uma das apenas três capitais do país com atividade da doença em nível de alerta e crescimento sustentado nas últimas seis semanas — ao lado de João Pessoa (PB) e São Luís (MA). O aumento concentra-se principalmente em crianças de 5 a 14 anos e em pessoas com 65 anos ou mais, grupos mais vulneráveis.

Destaques do levantamento

-Embora a temporada de Influenza A esteja diminuindo no restante do país, os casos graves seguem elevados no Acre, além de Minas Gerais, Paraná e Roraima;
-Nacionalmente, houve queda nas internações por Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e Influenza, mas o Acre mantém curva de alta;
-Em 2026, já foram registrados 120.920 casos de SRAG no Brasil: 58,5% por VSR, 24,6% por rinovírus, 9,1% por Influenza A, 8,8% por Influenza B e 1,5% por Covid‑19. A Influenza A lidera entre os óbitos confirmados.

A Fiocruz reforça a importância da vacinação contra Influenza, Covid‑19 e VSR para os grupos prioritários e medidas simples como uso de máscara e higiene das mãos.

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