Taxa de desemprego no Brasil cai e em Roraima atinge menor patamar, mas informalidade continua alta

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Taxa de desemprego no Brasil cai e em Roraima atinge menor patamar, mas informalidade continua alta

A taxa de desemprego no Brasil registrou uma queda para 5,1% no quarto trimestre de 2025, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa redução representa uma diminuição significativa em relação ao trimestre anterior, que estava em 5,6%, além de uma queda de 1,1 ponto percentual em comparação ao mesmo período de 2024, quando a taxa era de 6,2%. No acumulado do ano, o país obteve uma média de 5,6%, a menor desde que a série histórica começou em 2012. Em Roraima, a situação também melhorou consideravelmente. A taxa de desocupação no estado caiu de 7,9% para 5,1%, colocando Roraima perto da média nacional e indicando um avanço no mercado de trabalho local. O nível de ocupação em Roraima alcançou 60,7%, evidenciando um aumento no número de pessoas inseridas no mercado de trabalho. Contudo, o estado ainda enfrenta desafios estruturais. A taxa de subutilização da força de trabalho é de 13,0%, englobando trabalhadores que estão subempregados, desalentados ou que poderiam trabalhar mais horas. Além disso, a informalidade no estado se encontra em 40,3% da população ocupada, um índice superior à média nacional de 38,1%. Isso indica que uma parte considerável dos empregos continua sem a devida formalização e proteção social. No contexto nacional, Roraima ocupa uma posição intermediária. Em 2025, os estados com as maiores taxas anuais de desemprego foram Piauí (9,3%), Bahia e Pernambuco (ambos com 8,7%) e Amazonas (8,4%). Por outro lado, Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%) apresentaram os menores índices. O desempenho positivo de Roraima, com uma taxa próxima à média nacional, é um sinal importante em relação aos anos anteriores, quando o estado apresentava índices mais elevados. Especialistas destacam que a geração de novas vagas foi impulsionada por fatores como o aumento nas áreas de serviços, comércio e administração pública. Em relação à subutilização da força de trabalho, o Brasil encerrou 2025 com uma taxa anual de 14,5%. O Piauí foi o estado com a maior taxa (31,0%), seguido pela Bahia e Alagoas (26,8%). As menores taxas foram observadas em Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%). A taxa de Roraima (13,0%) está abaixo da média nacional, indicando um melhor aproveitamento da força de trabalho local. Entretanto, a informalidade permanece como um dos principais obstáculos a serem superados. O Brasil apresentou 38,1% de trabalhadores sem vínculo formal, enquanto Roraima alcançou 40,3%. Os estados que enfrentam as piores situações nesse aspecto incluem Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%). Em contrapartida, Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%) tiveram os menores índices.

Com informações de Folhabv

Taxa de desemprego no Brasil cai e em Roraima atinge menor patamar, mas informalidade continua alta
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