Richarlison volta a citar disputa de mansão com Flávio: “Me tomaram”

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Richarlison volta a citar disputa de mansão com Flávio:
Reprodução/Instagram - Luis Nova/Metrópoles

O atacante Richarlison voltou a comentar, neste sábado (4/7), a disputa judicial envolvendo uma mansão avaliada em cerca de R$ 10 milhões, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em uma publicação nos stories do Instagram, o jogador do Tottenham compartilhou um vídeo, publicado pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que mostrava imagens aéreas do imóvel.

A manifestação do ex-atacante da Seleção Brasileira ocorre poucos dias depois dele voltar a falar publicamente sobre o caso.

Ao repostar a publicação de Flávio, Richarlison escreveu: “Lugar bonito né? Pois é. Me tomaram”, marcando o perfil do parlamentar.

Imagem colorida, Storys Richarlison - Metropoles

Entenda o ponto inicial da discussão

  • Em um comentário no Instagram, Richarlison afirmou que investiu aproximadamente R$ 10 milhões na compra da propriedade.
  • No entanto, acabou perdendo o imóvel e ainda não recebeu o valor desembolsado.
  • “Realmente gastei em torno de 10 milhões lá. E simplesmente me tomaram. E estou até hoje sem receber a minha grana”, escreveu.
  • O comentário foi feito em uma publicação da advogada imobiliária Ana Paula Zantut, que utilizou o caso para explicar a diferença entre posse e propriedade de um imóvel, o principal ponto discutido na ação judicial.

Disputa pelo imóvel

A controvérsia envolve a compra da mansão por uma empresa ligada a Richarlison e ao empresário Renato Velasco. Embora a negociação tenha sido realizada regularmente, outra empresa reivindicou direitos possessórios sobre a área, alegando ocupar o imóvel antes da venda.

Desde então, o processo passou a girar em torno da diferença entre propriedade, o direito formal registrado em cartório, e posse, que corresponde ao exercício efetivo da ocupação do bem.

Enquanto a empresa ligada ao jogador sustentou que adquiriu legalmente a propriedade, o grupo adversário afirmou possuir direitos possessórios anteriores, o que deu origem à disputa judicial.

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