Brasília (DF) e Rio Branco (AC) – 29 de janeiro de 2026 – O deputado federal Eduardo Velloso (União Brasil-AC) se manifestou nesta quinta-feira em nota pública sobre a operação deflagrada pela Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), que investiga suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos de emendas parlamentares no município de Sena Madureira. O parlamentar garante ter agido dentro da legalidade e colocou-se à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.
De acordo com o comunicado divulgado pela assessoria do deputado, Velloso tomou conhecimento da ação nos últimos horas e esclarece que a destinação dos recursos seguiu “rigorosamente os procedimentos legais estabelecidos na normativa vigente”. Um dos pontos destacados na nota é que, após a transferência dos valores para a administração municipal, a condução dos trabalhos, contratação de serviços e fiscalização do uso do dinheiro público passa a ser de responsabilidade exclusiva da gestão local.
“O deputado não interfere em nenhum desses processos”, destaca o texto, ao ressaltar que cabe ao município definir as etapas de execução da emenda, incluindo a escolha de empresas e o acompanhamento das atividades realizadas.
Velloso também afirmou manter um histórico de atuação pautada na transparência e responsabilidade, e que confia na apuração dos fatos pela investigação. “Reafirmo minha convicção de que todas as medidas adotadas estiveram dentro dos parâmetros legais, assim como meu compromisso com o uso correto dos recursos públicos, o fortalecimento dos instrumentos de controle e a colaboração total com a Justiça”, destacou o parlamentar.
A operação, que tem como alvo o ex-prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, e o advogado Giordano Simplício, investiga suspeitas de desvio de aproximadamente R$ 912 mil oriundos de repasses federais conhecidos como “emendas Pix”, que são transferidos diretamente para estados e municípios. A PF apura possíveis crimes de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro, entre outros ilícitos ligados ao manejo indevido de verbas públicas.









