RIO BRANCO, AC – 11 de janeiro de 2026. O primeiro dia de provas do vestibular de Medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) foi marcado por desorganização e apreensão entre os participantes, que enfrentaram problemas para localizar os blocos onde os exames eram aplicados no campus da capital acreana. Estudantes de diversas regiões do estado – e alguns de fora dele – tiveram que lidar com falta de sinalização e orientações insuficientes.
Ao longo da manhã, cenários de correria se repetiram pelo campus, com candidatos circulando sem conhecimento preciso do caminho. Para muitos, que estavam entrando na instituição pela primeira vez, a falta de referências e de servidores disponíveis para auxiliar tornou a situação ainda mais desafiadora.
O trânsito congestionado na entrada principal da Ufac também complicou o deslocamento, especialmente para quem chegou a pé. Além disso, relatos apontam que parte da equipe responsável pela aplicação das provas não possuía bom conhecimento do espaço universitário, o que resultou em orientações contraditórias.
Houveram casos de candidatos que foram direcionados a mais de um local antes de encontrar o bloco correto. A escassez de placas indicativas e de pessoal treinado para atender aos participantes foi apontada como um dos principais gargalos.
“Minha esposa quase perdeu a prova por não saber onde ir. Tive que entrar de carro e percorrer os blocos até encontrar um funcionário que soubesse informar o local certo”, contou Witalo Lima, que acompanhou a esposa no dia da prova.









