Dados de pesquisa da plataforma Sexlog traçam um panorama inédito sobre como os acreanos lidam com a prática da troca de casais. O levantamento mostra que 34,6% já participaram ao menos uma vez, enquanto **23,1% mantêm a atividade regularmente. Outros 42,3% nunca experimentaram, mas sentem curiosidade — o que significa que o assunto desperta algum tipo de atenção em todos os ouvidos.
Quem pratica é majoritariamente homem (88,5%), com idade entre 25 e 34 anos. O que mais atrai? A chance de conhecer pessoas diferentes e a vivência coletiva, citados na mesma proporção.
Mesmo assim, o receio de ser julgado ainda vence: quase 20% apontam o preconceito como principal motivo para não se envolver, seguido por ciúme e questões religiosas.
Avaliação sobre o efeito nos relacionamentos é mais positiva no Acre do que no resto do país, mas falar sobre isso em público ainda é difícil — a nota local para o conforto na conversa ficou abaixo da média nacional.
A maioria prefere encontros presenciais e eventuais. A grande maioria também defende que só mais conversa aberta e educação sexual capazes de diminuir esses tabus.












