Pacientes que estão em atendimento e “internados, nos corredores do Pronto-Socorro de Rio Branco, no Acre, denunciam as condições enfrentadas na unidade de saúde, onde precisam permanecer em meio ao calor intenso e sem funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado. A situação tem provocado indignação e aumentado o sofrimento de quem já enfrenta problemas de saúde e aguarda atendimento médico.
Segundo relatos, os equipamentos de climatização foram instalados há aproximadamente um mês, mas, até o momento, não entraram em funcionamento. Inicialmente, a justificativa apresentada seria a necessidade de uma assistência técnica. No entanto, conforme informações extraoficiais, a empresa responsável pela instalação não teria recebido o pagamento e, por esse motivo, não teria concluído o serviço.
Enquanto o problema não é resolvido, pacientes continuam sendo acomodados nos corredores da unidade, em um ambiente considerado inadequado para a recuperação e permanência de pessoas debilitadas. Além do desconforto causado pelas altas temperaturas, a situação levanta preocupações quanto às condições sanitárias e ao risco de contaminação em um espaço que deveria oferecer segurança e assistência adequada.
Nos últimos dias, com o calor intenso registrado na capital acreana, o sofrimento dos pacientes tem se agravado. Pessoas que já estão fragilizadas pela própria condição de saúde precisam enfrentar temperaturas elevadas durante a espera por atendimento, tornando a situação ainda mais difícil.
Diante desse cenário, os pacientes fazem um apelo urgente à Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que intervenha e adote providências imediatas para garantir melhores condições de atendimento no Pronto-Socorro de Rio Branco.
A principal reivindicação é que os aparelhos de ar-condicionado sejam colocados em funcionamento o quanto antes, proporcionando um ambiente mais digno, confortável e seguro para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde.
A reclamação expõe a realidade enfrentada por quem procura atendimento na principal unidade de urgência e emergência da capital acreana e cobra das autoridades uma solução para um problema que, segundo os relatos, já se arrasta há cerca de um mês.











